Custos & Decisão 8 min de leitura
Quanto Custa Para Fazer um Site Para Empresa em 2026? O Preço Médio Real, Por Tipo

Quanto Custa Para Fazer um Site Para Empresa em 2026? O Preço Médio Real, Por Tipo

Em 2026, criar um site para empresa custa de R$ 2.500 a R$ 25.000 no Brasil. Veja o preço médio por tipo, o que influencia o valor e o que evitar.

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Moggy

Publicado em 15 de maio de 2026

Em 2026, o preço médio para uma empresa contratar a criação de um site profissional no Brasil fica entre R$ 2.500 e R$ 25.000, dependendo da complexidade. Sites institucionais simples partem de R$ 2.500. E-commerces médios chegam a R$ 25.000. Landing pages de conversão custam entre R$ 1.500 e R$ 4.000. O valor real depende de sete variáveis claras — e quem não conhece elas paga mais ou, pior, compra um site que não funciona.

Esse intervalo não é arbitrário. Ele reflete o que agências profissionais do mercado brasileiro praticam neste ano, validado por levantamentos de várias fontes do setor — Hostinger, Wix, GreatPages, BQHost e SEO Criação convergem nesse range.

A faixa de preço média por tipo de site em 2026

A tabela abaixo mostra os valores praticados por agências profissionais no Brasil neste ano. Os preços variam conforme o escopo, mas a faixa é consistente entre os principais players do mercado:

Tipo de site Preço médio (2026) Prazo típico
Landing Page de conversão R$ 1.500 a R$ 4.000 7 a 15 dias
Site institucional simples (até 5 páginas) R$ 2.500 a R$ 4.500 15 a 30 dias
Site institucional com SEO técnico R$ 4.500 a R$ 9.000 20 a 40 dias
Site com blog e estratégia de conteúdo R$ 6.000 a R$ 12.000 30 a 45 dias
E-commerce pequeno (até 100 produtos) R$ 5.000 a R$ 12.000 30 a 60 dias
E-commerce médio com integrações R$ 12.000 a R$ 25.000 45 a 90 dias
Portal de conteúdo ou marketplace R$ 15.000 a R$ 50.000+ 60 a 120 dias
Sistema com área logada (SaaS) A partir de R$ 20.000 90+ dias

Freelancers iniciantes oferecem sites a partir de R$ 500, mas geralmente entregam template fechado, sem otimização técnica e sem suporte pós-entrega. A maioria desses projetos é refeita em 3 a 6 meses — o "barato" sai caro.

As 7 variáveis que definem quanto seu site vai custar

Dois sites institucionais com a mesma quantidade de páginas podem ter preços três vezes diferentes. O que separa um do outro são sete fatores:

  1. Tipo de site: institucional, e-commerce, sistema ou landing page têm complexidades completamente distintas.
  2. Design: usar template é mais barato. Layout exclusivo cobra entre R$ 3.000 e R$ 8.000 só pela parte visual, segundo levantamento da GreatPages.
  3. Quantidade de páginas e funcionalidades: cada formulário, integração com CRM ou área logada adiciona horas de desenvolvimento.
  4. Tecnologia escolhida: WordPress padrão custa menos que stacks modernas como Astro ou Next.js, mas entrega performance inferior nos Core Web Vitals.
  5. SEO técnico incluído: schema markup, otimização de LCP e estrutura semântica somam ao escopo — e mudam o resultado nas buscas.
  6. Conteúdo: textos, fotos e identidade visual prontos reduzem o custo. Quando a agência produz tudo, o investimento cresce.
  7. Suporte e manutenção: projetos com SLA mensal saem mais caros no contrato, mas evitam retrabalho meses depois. Aqui é onde fica interessante: o cliente que ignora essas variáveis está comprando um produto, mas pagando o preço de outro.
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Os custos recorrentes depois que o site entra no ar

Quem orça apenas o desenvolvimento e esquece dos custos mensais leva susto no segundo ano. Em 2026, prepare-se para gastos recorrentes:

  • Domínio (.com.br): R$ 40 a R$ 70 por ano via Registro.br
  • Hospedagem: R$ 30 a R$ 300 por mês, dependendo de tráfego e performance esperada
  • Certificado SSL: geralmente incluso na hospedagem
  • Manutenção técnica: R$ 250 a R$ 500 por mês para sites institucionais; passa de R$ 2.000 em projetos críticos
  • Atualizações de plugins e segurança: parte do plano de manutenção
  • Conteúdo novo: opcional, mas determinante para SEO contínuo No fim de um ano, um site institucional bem cuidado custa entre R$ 4.000 e R$ 8.000 só em custos recorrentes — fora o desenvolvimento inicial. Sites profissionais com tráfego intenso passam disso facilmente.

Por que o "site barato" geralmente sai caro

Existe uma armadilha clara no mercado: o preço entra como única variável e a performance é ignorada. O problema é que o Google e o cliente final cobram isso na conta.

Segundo dados do Google Web.dev, sites com LCP (Largest Contentful Paint) acima de 4 segundos perdem até 24% das conversões em dispositivos móveis. A NTT Data Brasil mostrou que sites mais rápidos chegam a triplicar a taxa de conversão. E, segundo a Web.dev, cada 1 segundo a mais no carregamento reduz a conversão em cerca de 7%.

Um site "barato" tipicamente apresenta:

  • Performance ruim nos Core Web Vitals (LCP acima de 3s, INP acima de 200ms)
  • Templates idênticos a milhares de outros negócios — zero diferenciação de marca
  • Plataformas fechadas que limitam SEO técnico (schema, redirecionamentos, headers)
  • Nenhuma otimização para citação por IAs como ChatGPT, Gemini e Perplexity
  • Suporte inexistente depois da entrega Em projetos da Moggy Cloud, sites construídos com stack moderna entregam scores 100/100 no Lighthouse — e isso se traduz em mais leads pelos mesmos investimentos em tráfego pago e conteúdo.

Quanto seu negócio realmente perde com um site mal feito

O custo real de um site ruim não é o que você pagou para criá-lo. É o que você deixa de vender por causa dele.

Considere uma pequena empresa que investe R$ 3.000 por mês em Google Ads. Se o site converte 1% dos visitantes, são X leads no mês. Subir essa conversão para 2,5% — algo que sites com Core Web Vitals na faixa verde conseguem — significa multiplicar os resultados por 2,5x sem aumentar o gasto em mídia.

E o cenário brasileiro reforça isso. Em 2024, o e-commerce brasileiro movimentou R$ 225 bilhões, com crescimento de 14,6% sobre o ano anterior, segundo o Sebrae. Pequenos negócios saíram de R$ 5 bilhões em vendas online em 2019 para R$ 67 bilhões em 2024. Só que o Indicador de Maturidade Digital das PMEs ainda é de 37 pontos em uma escala de 80 — ou seja, a maioria das empresas brasileiras está mal posicionada digitalmente. Isso é, ao mesmo tempo, um risco e uma oportunidade clara para quem investe certo.

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Como contratar sem cair em armadilhas: checklist rápido

Antes de fechar com qualquer profissional ou agência, peça:

  • Portfólio com sites no ar: visite os links e meça você mesmo no PageSpeed Insights (pagespeed.web.dev)
  • Tecnologia que será usada: WordPress, Astro, Next.js, plataforma fechada — entenda exatamente o que muda
  • Escopo detalhado por escrito: número de páginas, integrações, prazos e marcos de pagamento
  • Quem é o dono do código-fonte: você ou a agência? Isso afeta sua liberdade futura
  • Política de suporte pós-entrega: o que está incluso, o que é cobrado à parte, em quanto tempo respondem
  • Garantia de performance: meta de score no Lighthouse, idealmente acima de 90
  • SEO técnico incluído: schema markup, sitemap, otimização de Core Web Vitals desde o lançamento Agências que entregam o checklist completo costumam cobrar 30% a 50% acima do piso do mercado. O site, em compensação, dura mais e converte muito mais — o que faz o investimento se pagar em 3 a 6 meses.

Resumo Rápido: pontos-chave sobre o preço de um site em 2026

  • Faixa média geral: R$ 2.500 a R$ 25.000 para a maioria dos projetos empresariais no Brasil
  • Landing page de conversão: R$ 1.500 a R$ 4.000
  • Site institucional profissional com SEO: R$ 4.500 a R$ 9.000
  • E-commerce médio com integrações: R$ 12.000 a R$ 25.000
  • Custos recorrentes anuais: R$ 4.000 a R$ 8.000 (hospedagem, domínio, manutenção)
  • O que mais pesa no preço: tipo de site, design exclusivo, SEO técnico e suporte pós-entrega
  • Cuidado com sites de R$ 500: a maioria é refeita em menos de 1 ano por problemas de performance

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